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Boa Semente - 15/11/2019
NOSSO SEXTO SENTIDO: NOSSA CONSCIÊNCIA

“Porque em nada me sinto culpado; mas nem por isso me considero justificado”

1 Coríntios 4:4

 

Será que podemos dizer que nossa consciência é um instrumento de medição, dentro de nós, que indica aquilo que é bom e o que não é bom? Sim, mas até certo ponto.

 

Um   mestre de obras acusado de realizar um serviço mal feito, alegou:  “eu  tenho  uma  consciência limpa”. Entretanto,  sua afirmação  não  foi   capaz, de  nenhuma maneira, de  alterar a sentença  do juiz, que disse: “Sua consciência é cristalinamente diferente da minha”.

 

Nossa consciência é  o sentido moral daquilo que  é  certo  ou errado:  ela  é  parte  da  nossa  natureza  essencial  como nosso entendimento e nossa vontade. é uma voz de admoestação interna. Mas não é nem absoluta, nem infalivelmente confiável. Ela  precisa de regras pelas quais se guiar, do mesmo modo que o capitão de um navio precisa de uma bússola em alto mar.

 

Nossa bússola é a Bíblia, a Palavra de Deus. Deus é “tão puro de olhos, que não pode ver o mal” (Habacuque 1:13). E a Bíblia nos mostra  aquilo que  Deus considera  pecado.  Entretanto,  ela  nos oferece o remédio por meio da obra expiatória de Jesus Cristo na cruz. Para todos aqueles que são justificados por meio da fé em Cristo “agora  nenhuma  condenação  há”  (Romanos 8:1). Dessa maneira,  nossa  consciência é  um tipo de  sexto  sentido. Ela   é sustentada pela Palavra de Deus e capacita o crente a julgar todas as coisas pela luz   de Deus: todos os seus atos, pensamentos e motivações.

 

Mas tenha  cuidado!  Alguém afirmou, de  modo  correto:  “a consciência é como um cão de guarda: se uma mesma pessoa passar por ele constantemente, ele deixa de latir”.  

 

Extraído do devocionário Boa Semente 2019
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